A percepção do mundo em
transformações constantes e infindáveis remete o processo educacional à
dimensão em que é indispensável abranger a pluralidade de modalidades
educacionais que atendam às demandas e necessidades dos indivíduos também em
constante progresso. A todo instante o processo de ensino-aprendizagem está
sendo repensado e reconfigurado para atender os novos contornos tecnológicos
que o mundo globalizado impõe às sociedades. Assim, é imprescindível a reflexão
sobre as novas formas de ensinar e aprender no âmbito escolar.
Neste
cenário, ganha força a Educação a Distância – EaD como mais uma modalidade com
intenso potencial agregador por não possuir barreiras físicas ou geográficas.
Estando flexível ao planejamento e organização das instituições e à disciplina
e autonomia do estudante, a EaD não é novidade em nosso meio. Entretanto, há
muito de preconceito a discriminar essa modalidade de ensino que hoje prima
pelo domínio de ferramentas tecnológicas para alcance dos seus objetivos.
Ao
pensar os preconceitos sobre a EaD, surgem os mitos que se propagam com muito
mais rapidez que as verdades sobre este tema. As abordagens sobre a EaD nem
sempre comentam as múltiplas possibilidades de aprendizagem possíveis neste
ambiente que é desafiador, formativo e democrático, pois a instituição 'escola'
sai da sua redoma e ganha corpo nas redes da web através das suas infindáveis
ferramentas.
Logada no mundo tecnologicamente
globalizado, a EaD ganha imensa projeção
por seu caráter renovador e dinâmico em oposição ao ensino tradicional, pois
este não consegue acompanhar o ritmo da modernidade. Esta modalidade ganha
força por diminuir as distâncias e possibilitar o percurso de novos caminhos.
Convém, agora, refletir sobre as verdades e mitos que formulam os pontos
positivos e negativos desta desafiadora modalidade de ensino inserida na cultura
moderna e gestada no processo das
Tecnologias de Informação e Comunicação – TIC´s que favorecem a imensurável
difusão do saber em todas as áreas do conhecimento humano.

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